E lá estávamos nós morrendo de rir de novo. E é isso aí, não importa o quão grande esteja a merda. O que importa, mas o que importa mesmo, é estar com o teus amigos. Vocês sempre vão dar um jeito de rir daquilo.
PQOGSPN (via 987991)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 371 notes ~ reblog
(originally 987991 / via oisouciumenta)

E eu fiz de tudo pra você perceber
Que era eu..
Los Hermanos   (via anjoperfeito)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 5,920 notes ~ reblog
(originally chorrir / via oisouciumenta)

Eu tenho medo de acreditar em você de novo, de te desejar tanto tanto e acabar descobrindo que eu ainda tenho um coração (…)
Tati Bernardi  (via gameove-r)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 263 notes ~ reblog
(originally e-q-u-a-l-i-z-e / via oisouciumenta)

A gente conhece sem querer, e sem querer começa a se apegar, a gostar… a amar.
Daniela Soares. (via cher-la-vie)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 3,433 notes ~ reblog
(originally ultimosonho / via literalmente-tua)

Tem coisas que não da pra esquecer, o jeito é superar e continuar em frente.
― Romulo Assis (via romuloassis)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 864 notes ~ reblog
(originally romuloassis / via oisouciumenta)

Do ato impulsivo saem as maiores verdades.
― Romulo Assis (via romuloassis)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 1,297 notes ~ reblog
(originally romuloassis / via oisouciumenta)

E se a felicidade encontrar-se no abismo? Você pula?
― Yasmin Diniz   (via fissura)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 5,896 notes ~ reblog
(originally caminhaodegas / via cantura)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 4,104 notes ~ reblog
(originally vivendopraservir / via extinguir-se)

Ela era forte, e sabia. Por isso andava sorrindo por aí, ignorando todas as suas dores.
Adoecida   (via durador)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 10,515 notes ~ reblog
(originally adoecida / via durador)

Se minha mãe soubesse a bagunça que está dentro de mim, ela nunca mais reclamaria do meu quarto .

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 2,606 notes ~ reblog
(originally s-emiprincesa / via durador)

Não resmungou nem gemeu nem bateu com os pés. Simplesmente engoliu a decepção e optou por um riso calculado - um presente dela para si mesma.
A menina que roubava livros.   (via durador)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 19,977 notes ~ reblog
(originally procenio / via durador)

A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas mas não posso explicar a mim mesma…
― Alice no País das Maravilhas.  (via extinguir-se)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 396 notes ~ reblog
(originally momentos-so-meus / via extinguir-se)

Eu tinha apenas 16, e já achava que sabia demais. Tudo que eu tinha era um quarto, e o dinheiro dos meus pais, e alguns amigos que, cabiam numa mão.
Fresno   (via durador)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 15,272 notes ~ reblog
(originally voar-te / via durador)

Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 13,310 notes ~ reblog
(originally in-perfeito / via durador)

Ultimamente não estou esperando coisas boas, e nem ruins, de nada e nem de ninguém. Por mim, tanto faz, cansei de criar falsas expectativas.

Caio F.  

(via durador)


Posted 1 June 2012, 16 hours ago ~ 4,664 notes ~ reblog
(originally bipolarefeliz / via durador)
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SMILE (:(
“Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. O mundo pra mim é grande, não entendo como moro em um planeta que gira sem parar, nem como funciona o fax. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, os dias passam rápido, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, ninguém sabe ao certo quem descobriu a cor. (Têm coisas que não precisam ser explicadas. Pelo menos para mim). Tenho um coração maior do que eu, nunca sei a minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embolo e jogo debaixo da cama (pra descansar a alma e dormir sossegada). Coragem eu tenho um monte. Mas medo eu tenho poucos. Tenho medo de Jornal Nacional, de lagartixa branca, de maionese vencida, tenho medo das pessoas, tenho medo de mim. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos dormem e acordam, nunca sei a hora certa. Mas uma coisa eu digo: eu não paro. Perco o rumo, ralo o joelho, bato de frente com a cara na porta: sei aonde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Sempre questiono se você está feliz, se eu estou bonita, se vou ganhar estrelinha, se posso levar pra casa, se eu posso te levar pra mim. Não gosto de meias-palavras, de gente morna, nem de amar em silêncio. Aprendi que palavra é igual oração: tem que ser inteira senão perde a força. E força não há de faltar porque – aqui dentro – eu carrego o meu mundo. Sou menina levada, sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena, não deixo de crescer. Trabalho igual gente grande, fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu… Escrevo escondido, faço manha, tomo sorvete no pote, choro quando dói, choro quando não dói. E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Quer me entender? Não precisa. Quer me fazer feliz? Me dê um chocolate, um bilhete, um brinde que você ganhou e não gostou, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa. Todo dia é dia de ser criança e criança não liga pra preço, pra laço de fita e cartão com relevo. Criança gosta mesmo é de beijo, abraço e surpresa!” — Fernanda Mello

P.S.: Emila Moura-17 anos|Brasil-Acre (:

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